Bioblanc - Ação clareadora, antioxidante e antimicrobiana


Os polifenóis mais efetivos da oliva reunidos em um só ativo (OLEUROPEÍNA/HIDROXITIROSOL/TIROSOL/VERBASCOSIDE)

A oliva francesa e seus Polifenóis

As oliveiras cultivadas para a fabricação do BioBlanc crescem em meio a plantações de lavanda (Lavandula officinalis) no Sul da França, o que as tornam ainda mais especiais por florescerem em um jardim aromatizado e rico em princípios ativos.

A oliveira é uma das plantas mais antigas da humanidade, os primeiros cultivos tiveram início por volta do ano 5000 a.C.

A oliveira é fonte de princípios ativos eficazes para o tratamento da pele. Nos banhos romanos, o azeite de oliva integrava os rituais de saúde e beleza. Os romanos massageavam a pele com azeite de oliva, sem enxaguá-lo ou removê-lo.

Como o azeite nunca era enxaguado, relata-se que os romanos tinham uma pele maravilhosa, graças às poderosas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias do azeite de oliva. As olivas contém elementos que promovem a vida, que podem visivelmente melhorar a beleza e saúde de sua pele.

Além da gordura monoinsaturada, com todos os seus benefícios, a oliva francesa é rica em polifenóis (substâncias químicas vegetais que são potentes antioxidantes). Ao prevenir as oxidações biológicas, os polifenóis reduzem a formação de radicais livres. Estes, através do dano celular que produzem, são promotores do envelhecimento e das doenças crônico-degenerativas como o câncer. Segue abaixo a estrutura química dos polifenóis do BioBlanc:

O gráfico ao lado mostra a quantidade de polifenóis presentes no Bioblanc. A fração oleosa da Oliva em ingredientes é representada pela cor amarela e a fração aquosa de polifenóis do Bioblanc pela coloração verde. O BioBlanc é obtido pela fração aquosa da oliva, sendo rico em polifenóis e bioativoseficazes.

Os polifenóis que são encontrados em abundância no Bioblanc são antioxidantes extremamente eficientes e multifacetados. Os polifenóis são excepcionalmente estáveis e protetores. O membro mais poderoso do grupo de polifenóis presentes na oliva é o hidroxitirosol. Raríssimo e eficaz até mesmo em pequenas concentrações, foi comprovado que este antioxidante é antiinflamatório e é eficaz na melhoria da saúde e da aparência em geral. Os ácidos graxos essenciais presentes no azeite de oliva nutrem a pele e têm propriedades antiinflamatórias.

Polifenóis tópicos da oliva podem minimizar a aparência de linhas finas e rugas, dando à pele uma aparência renovada. Produtos tópicos à base de azeite de oliva equilibram a oleosidade da pele e acalmam peles irritadas, além de deixar a pele com uma aparência mais luminosa e com maior vitalidade. São a terapia ideal para peles sensíveis.

O hidroxitirosol presente no BioBlanc é formado com o aumento da maturidade da oliva. O hidroxitirosol é anfifílico podendo desenvolver sua eficácia em radicais lipofílicos das membranas celulares e no plasma celular hidrofílico.

Estudos recentes mostram que o hidroxitirosol protege os melanócitos humanos de danos causados pela radiação UV e atua no combate a inflamação cutânea.

A Melanina e cor da peleA melanina é um pigmento endógeno do tegumento produzido pelos melanócitos, células que derivam de outras da crista neural, e se separam do tubo neural durante seu fechamento no embrião precoce. Os melanócitos são células especializadas com várias ramificações longas e delgadas que se estendem entre os queratinócitos localizados na base da epiderme. Os queratinócitos são células assim denominadas devido à presença abundante da proteína queratina. A parte interna da epiderme contém as células vivas e os queratinócitos e a parte externa, os esqueletos de células denominados corneócitos. Durante a diferenciação, o queratinócito é transformado em corneócito por meio da especialização aumentada seguida pela morte programada.

Melanócito

Na pele, os melanócitos são normalmente encontrados na camada basal da epiderme, entre os queratinócitos basais onde seu número varia de 2000 a 2500 mm2 nas regiões expostas à luz e nos genitais, e no restante do corpo de 1000 a 1500 mm2. Estas células dendríticas especializadas constituem 5 a 10% do total da população celular da epiderme e juntamente com os queratinócitos e células de Langerhans, formam a unidade melanocitária. A razão de queratinócitos e melanócitos é de aproximadamente 35:1.

A densidade de melanócitos varia com os diferentes locais do corpo. Há em torno de dois mil ou mais melanócitos epidérmicos por milímetro quadrado de pele da cabeça e antebraço e cerca de mil, no restante do corpo, em todas as raças. Esta regulação exata do número de melanócitos, na epiderme, parece ser mediada pelos ceratinócitos e por mediadores específicos como o fator de crescimento de fibroblastos (FGF2).

O número de melanócitos diminui com a idade, em áreas não fotoexpostas, na proporção de 6 a 8% por década, sendo que as diferenças raciais na pigmentação não são devidas a uma marcante variação no número de melanócitos, mas sim ao seu grau de atividade (síntese de melanina e melanossomas), na proporção dos subtipos de melanina (feomelanina e eumelanina), suas distribuições e envolvimento de fatores ambientais como a exposição solar, já que estimulam diretamente a síntese de melanina.

Nos seres humanos, a cor da pele é determinada pela composição de fatores como vascularização, quantidade de carotenos e, principalmente, pelo nível de melanina presente, sofrendo influência de fatores genéticos e raciais, hormonais e fatores externos, como a radiação violeta.

A melanina é classificada em:

Eumelanina: pigmento insolúvel, de coloração variável de marrom a preto.

Feomelanina: pigmento heterogêneo, de coloração variável de amarelo a marrom avermelhado.

Raramente a feomelanina e a eumelanina são encontradas na forma isolada, pois durante a melanogênese formam-se melaninas em diferentes proporções, o que explica as diferentes tonalidades de cores que ocorrem na natureza.

A melanina é sintetizada em organelas celulares denominadas melanossomos a partir de um precursor comum, a tirosina. A síntese melânica é estimulada principalmente pela radiação UV. A síntese da melanina começa com a oxidação enzimática de L‐tirosina à L‐dopa a dopaquinona e ocorre em aerobiose. Com a transformação espontânea da dopaquinona em leucodopacromo e dopacromo inicia‐se uma cascata bioquímica, a qual termina com a formação de pigmento da eumelanina. A conjugação de dopaquinona com cisteína ou glutationa resulta em cisteinildopa e glutationildopa. Ambos passam por uma série de transformações, gerando a feomelanina. Além destas enzimas, fatores não enzimáticos interferem na síntese do pigmento, tais como pH, concentrações íons metálicos ou oligoelementos como o Ca++ .

A tirosinase é uma cuproteína que contém uma fração glicídica (ácido neurâmico e galactose) que controla o processo melanogênico. É sintetizada na superfície do retículo endoplasmático rugoso e depois transferida para o complexo de Golgi associada com o lisossomo, no qual é ativada pela adição de uma cadeia de açúcar, antes de ser secretada em vesículas. Um pré-melanossomo liberado do complexo de Golgi funde-se com a vesícula para formar o melanossomo.

BioBlanc é um despigmentante completo, pois atua na redução de manchas, uniformização da coloração cutânea e previne o aparecimento de novas manchas por apresentar elevada atividade antioxidante, atua na prevenção e combate aos danos causados pela radiação UV.

Alfa-­MSH e MC1-­R

A pigmentação melânica da pele humana sofre intenso controle hormonal. Injeções de alfa-MSH e beta­‐MSH nos indivíduos humanos levaram a um escurecimento da pele, tanto que isso resultou na elevada melanogênese, dentro dos melanócitos epidérmicos, e aumentou o transporte dos melanossomas, derivados de melanócitos, para os ceratinócitos, sem a necessidade de exposição à UV. A hiperpigmentação cutânea foi também observada quando indivíduos humanos foram injetados com altas doses de hormônio adrenocorticotrópico(ACTH).

O alfa-­MSH é um tridecapeptídeo, com um sequência idêntica aos 13 primeiros aminoácidos do ACTH. Ceratinócitos humanos são capazes de sintetizar alfa­‐MSH e beta­‐MSH, em quantidades fisiológicas. O alfa-­MSH é também produzido em melanócitos e células de Langerhans.

Evidências indicam que estes hormônios tem um papel parácrino, na regulação das funções dos melanócitos. Mais de 120 genes têm sido identificados e parecem regular a pigmentação, porém, os efeitos do alfa-­MSH são mediados pelo MC1­‐R, o qual é expresso na superfície dos melanócitos, sendo considerado o ponto chave para pigmentação.

Está também presente em outras células, tais como: monócitos, neutrófilos, células de glioma, astrócitos, macrófagos, fibroblastos, células endoteliais e ceratinócitos.

Envelhecimento Cutâneo & Manchas

O envelhecimento pode ser definido como sendo um conjunto de alterações morfológicas, fisiológicas e bioquímicas inevitáveis que ocorrem progressivamente no organismo ao longo da vida. Essas alterações levam à perda gradativa das funções dos vários órgãos que formam o organismo humano, entre ele a pele, aumentando a vulnerabilidade ao meio ambiente e diminuindo a sua capacidade de homeostasia.

Durante sua vida o indivíduo sofre diversas agressões por agentes físicos, químicos ou biológicos, que podem levar ao aparecimento de patologias ou alterar o processo de envelhecimento. Os tecidos gradualmente passam por mudanças de acordo com a idade, sendo que, na pele, essas alterações são mais facilmente reconhecidas. Atrofia, enrugamento e lassidão representam os sinais mais aparentes de uma pele senil.

Melasma

Melasma é uma hipermelanose comum, adquirida, simétrica, caracterizada por máculas acastanhadas, mais ou menos escuras, de contornos irregulares, mas limites nítidos nas áreas foto expostas, especialmente face, fronte, têmporas e, mais raramente, no nariz, pálpebras e membros superiores.

Trata-­se de doença dermatológica facilmente diagnosticada ao exame clínico, porém apresenta uma cronicidade característica, com recidivas frequentes, grande refratariedade aos tratamentos existentes e ainda muitos aspectos fisiopatológicos desconhecidos.

O tratamento do melasma é geralmente insatisfatório, pela grande recorrência das lesões e pela ausência de uma alternativa de clareamento definitivo. Estudos clínicos controlados indicam a fotoproteção e uso de clareadores como as medidas de primeira linha no seu tratamento.

BioBlanc – Dados gerais

Nome científico: Olea Europea INCI Name: Olea europea (Olive) fruit extract CAS Number: 8412-27-1 Solubilidade: Hidrossolúvel Parte da planta usada: Fruto Região encontrada: Sul da França Conservantes: Não contém conservantes Armazenagem: Armazenar ao abrigo da luz, não deve ser exposto a luz e a temperatura de armazenagem é de 10oC – 25oC. Concentração sugerida:

  1. 10% - Indivíduos em condições normais.

  2. 5% - Lactantes, grávidas.

Polifenóis: BioBlanc é a composição pura dos polifenóis(100%) extraídos da Oliva francesa (Hidroxitirosol/Tirosol/Verbascoside/Oleoeuropeina).

Hidroxitirosol: é um feniletanóide, um tipo de fitoquímico fenólico com propriedades antioxidantes. Hidroxitirosol é o mais potente entre osantioxidantes disponíveis - o mais poderoso descoberto até hoje. Ele tem um valor ORAC (Oxygen Radical Absorbance Capacity) que é considerado 15vezes mais elevado do que o chá verde e 3 vezes maior do que CoQ10. O Hidroxitirosol é encontrado principalmente no azeite - seus frutos , folhas epolpa. Descobriu-se e extraiu-se a partir da água residual, por isso o fato de BioBlanc ser extraído da fração aquosa da olive resultou no processo de fabricação de um extrato de oliva 100% concentrado em polifenóis. De acordo com estudos, ele é o polifenol responsável pelos efeitos antiinflamatórios do BioBlanc.

O BioBlanc é um despigmentante de primeira geração, pois devido a potente ação antiinflamatória não causa ardência e nem irritações.

O Hidroxitirosol apresenta alta capacidade de combater radicais livres e protege as células e mitocôndrias de danos, sendo imprescindível para a manutenção da homeostasia cutânea.

Devido a alta concentração de hidroxitirosol presente no Bioblanc, ele atua fortemente na respiração celular cutânea e na manutenção das funções fisiológicas da pele, combatendo o envelhecimento.

Hidroxitirosol possui o mais alto nível de atividade de absorção de radicais livres já registrado por um antioxidante natural. O hidroxitirosol é absorvido prontamente devido a sua afinidade com a pele. Ele estimula a síntese de novos fibroblastos e consequentemente aumentam a síntese de colágeno de modo a prevenir e combater os sinais do envelhecimento.

Hidroxitirosol é utilizado no tratamento preventivo de câncer e como ativador da expressão gênica de genes responsáveis pela homeostasiacutânea e do organismo. O uso contínuo de hidroxitirosol prolonga a vida cronológica em fibroblastos da pele humana normal.

BioBlanc é o princípio ativo disponível no mercado com maior concentração de hidroxitirosol (6%) por isso mais efetivo em termos de ação espigmentante, antioxidante e antimicrobiana.

Tirosol: é um antioxidante fenólico natural presente em uma variedade de fontes naturais. A principal fonte na dieta humana é a oliva. Tirosol é um derivado do álcool fenetílico. Como um potente antioxidante, tirosol pode proteger as células contra lesões devido à oxidação. Tirosol também apresenta excelente atividade antiinflamatória atuando em associação com outros polifenóis como o Hidroxitirosol, Verbascoside e Oleoeuropeína no ativo Bioblanc. Verbascoside: é um fenilpropanóide e um éster de açúcar do ácido cafeíco. É um polifenol eficaz para proteção da pele. Verbascoside é um antioxidantepotente e atua no combate aos danos causados pelos raios UV. Verbascosideimpede a oxidação de lípideos na membrana celular.

Além disso, Verbascoside modula a resposta das células da pele à radiação UV, protegendo-as. Verbascoside possui a capacidade de reparação do DNA que é rapidamente danificado por radiação UV ou a partir de outras fontes de radicais livres. Verbascoside tem a capacidade única para suprimir reações inflamatórias na pele, inibindo a ativação de genes inflamatórios. A resposta antiinflamatória por verbascoside é mediada pela ativação do PPAR- alfa. PPAR-alfa ajuda a manter a homeostase da pele, atua na redução da inflamação da pele e no estímulo a síntese de lípideos da barreira epidérmica.

O aumento da síntese de lípideos melhora a barreira de permeabilidade da pele. Em um estudo utilizando queratinócitos humanos, Verbascoside mostrou ter uma propriedade antiinflamatória diferenciada, inibindo HMGB1- proteína que é responsável por níveis extremos de inflamação. Verbascoside apresenta propriedades de cicatrização, regenerando o tecido cutâneo de forma rápida.

Oleuropeína: pertence aos secoiridóides, que são abundantes em Oleaceae, Gentianaceae, Cornaleae, bem como muitas outras plantas. Iridóides e secoiridóides são compostos que estão normalmente na forma glicosilada e são produzidos a partir do metabolismo secundário de terpenos como precursores de vários alcalóides.

Os secoiridóides em Oleaceae são geralmente obtidos a partir do tipo oleoside de glucósidos (oleosides), que são caracterizados por uma funcionalidade 8,9-olefínico exocíclico, uma combinação de ácido elenolico e um resíduo glucosídico. Oleuropeína é um éster de 2 - (3,4-di-hidroxifenil) etanol (hidroxitirosol) e tem o esqueleto oleosidico que é comum para os glucosídeos de secoiridóide Oleaceae, em particular na sua forma de aglicona, que faz com que a porção de açúcar sejainsolúvel em óleo.

A Oleuropeína provoca efeitos antiinflamatórios através dainibição da atividade de lipoxigenase e da produção de leucotrieno B4. A Oleuropeína tem demonstrado forte atividade antimicrobiana contra bactériasGram - negativas e Gram – positivas. Estruturas fenólicas semelhantes à oleuropeína parecem produzir seu efeito antibacteriano por danificar amembrana bacteriana e / ou interromper peptidoglicanos celulares.

A Oleuropeína tem uma ação antioxidante direta sobre a pele e atua como um eliminador de radicais livres. Kimura e Sumiyoshi sugerem que os efeitos preventivos da Oleuropeína no dano induzida por UVB na pele pode ser devido à inibição da expressão de VEGF, a MMP-2, MMP-9, e MMP-13, através de uma redução da COX-2. Katsiki et al demonstraram que a Oleuropeínaaumenta a atividade dos proteossomos in vitro mais eficientemente do que outros ativadores químicos conhecidos, possivelmente através de alterações conformacionais do proteossomo.

Além disso, o tratamento contínuo de fibroblastos humanos com oleuropeína diminui os níveis intracelulares de espécies reativas de oxigênio (ROS), reduz a quantidade de proteínas oxidadas através do aumento das taxas de degradação e mantém a função do proteossomo durante envelhecimento. As culturas tratadas com Oeuropeína apresentaram um atraso no aparecimento da morfologia senescência, e a sua duração de vida é prolongado em cerca de 15%..

Além disso, o tratamento contínuo de fibroblastos humanos com oleuropeína diminui os níveis intracelulares de espécies reativas de oxigênio (ROS), reduz a quantidade de proteínas oxidadas através do aumento das taxas de degradação e mantém a função do proteossomo durante envelhecimento. As culturas tratadas com Oeuropeína apresentaram um atraso no aparecimento da morfologia senescência, e a sua duração de vida é prolongado em cerca de 15%. Estudos comprovam que:

Bioblanc atua como antiinfamatório cutâneo, pois inibe a expressão das MMP-9 e da COX-2. Metaloproteinases (MMPs) são endopeptidases dependentes de zinco, envolvidas na remodelagem da matriz extracelular (MEC), e importantes na formação das rugas típicas do fotoenvelhecimento cutâneo. D’Angelo et al, 2005. Free Radical Biology and Medicine.Volume 38, Issue 7, 1 April 2005, 908–919p.

Bioblanc atua na renovação celular e ativação dos proteossomos. Sendo que a renovação celular é vital para a saúde da pele por promover a substituição das células das camadas mais superficiais da pele por outras mais jovens, deixando a pele mais lisa e uniforme. Esse ciclo de renovação ocorre constantemente, mas vai reduzindo a sua periodicidade ao longo dos anos.

Com essa redução, a pele torna-se mais opaca, seu relevo fica mais irregular e as rugas e linhas de expressão ficam mais aparentes. Assim Bioblanc ativa os proteossomos e elimina as camadas de células mortas de forma eficaz, potencializando assim sua atividade clareadora da pele. Katisiki et al, 2007. Rejuvenation Res. 2007 Jun;10(2):157-72.

Bioblanc combate e previne danos causados pela radiação ultravioleta e pode ser utilizado durante o dia, sem danos ao tratamento da pele com manchas. Guo et al, Tetrahedron. Volume 66, Issue 40, 2 October 2010, 8006–8011 p.

Bioblanc protege e repara de forma eficaz o DNA celular, inibe a ação dos radicais livres In Vivo e combate os danos causados pela radiação UV. Deiana et al, Free Radical Biology and Medicine. Volume 26, Issues 5–6, 762–769 p.

Bioblanc aumenta a expressão gênica de fibroblastos e dos genes responsáveis pela renovação do ciclo celular. Makkinje et al, 2006.European Journal of Pharmacology. Volume 542, Issues 1–3, 7 August 2006, 154–161 p.

Bioblanc potencializa a lipólise em adipócitos humanos podendo ser utilizado como adjuvante em tratamentos estéticos para celulite e gordura localizada. Drira et al, 2011.Life Sci. 2011 Nov 7;89(19-20):708-16. doi: 10.1016/j.lfs.2011.08.012. Epub 2011 Sep 10.

BioBlanc – Métodos: Citotoxicidade: Placas: 96 Células / placas: 4000 células de melanócitos humanos B16 Concentrações de BioBlanc testadas: 0,0046, 0,0137, 0,041, 0,123, 0,37, 1,11, 3,33, 10% Replicatas: 6 Tempo de contato das células com os compostos: 72 horas Avaliação de parâmetros: microscópio de redução MTT e observações morfológicas (objetiva x10)

Resultados: De acordo com os resultados a matéria-prima, BioBlanc foi considerada como "não citotóxica" para o teste de citotoxicidade e "não reativa" até a concentração de 10%.

De acordo com dados dos ensaios de citotoxicidade e de acordo com o fabricante: BioBlanc é um ingrediente ativo certificado Ecocert France e pode ser utilizado topicamente por grávidas e lactantes nas concentrações de 1,0 – 5,0%, podendo ser aplicado durante o dia devido ao elevado teor de polifenóis que protegem a pele contra a radiação UV. BioBlanc, caso administrado topicamente durante o dia deve ser associado a um fotoprotetor.

Atividade Antioxidante – ORAC (Oxigen Radical Absorbance Capacity).

As condições experimentais deste teste testaram o ácido kójico nas concentrações entre 25 e 800 μg/ml. O ácido kójico inibiu a tirosinase significativamente dependente da concentração. A síntese da melanina pelos melanócitos cultivados na presença de NDP - MSH. Na ausência de NDP - MSH, o efeito inibitório do composto era estatisticamente significativo nas concentrações mais elevadas ( 400 e 800 μg/m1 ). Deve se considerar que em 1600 e 3200 mcg / ml o ácido kójico é considerado citotóxico. BioBlanc foi testado a 0,00152 , 0,0046 e 0,0137 % e inibiu significativamente de forma dependente da concentração a síntese da melanina pelos melanócitos B16 cultivadas na presença de NDP - MSH. Na ausência de NDP - MSH, o efeito inibitório do composto também foi estatisticamente significativo para as três concentrações testadas.

Resultados: BioBlanc demonstrou forte atividade antioxidante com ORAC de 6340,00 μmol ET/100g.

Atividade Despigmentante:

Culturas de melanócitos humanos B16 foram incubadas por 3 dias à 37o C, CO2 = 5.

Resultados: As condições experimentais deste teste, testaram o ácido kójico nas concentrações entre 25 e 800 μg/ml. O ácido kójico inibiu a tirosinase significativamente dependente da concentração. A síntese da melanina pelos melanócitos cultivados na presença de NDP - MSH. Na ausência de NDP - MSH, o efeito inibitório do composto era estatisticamente significativo nas concentrações mais elevadas ( 400 e 800 μg/m1 ). Deve se considerar que em 1600 e 3200 mcg / ml o ácido kójico é considerado citotóxico. BioBlanc foi testado a 0,00152 , 0,0046 e 0,0137 % e inibiu significativamente de forma dependente da concentração a síntese da melanina pelos melanócitos B16 cultivadas na presença de NDP - MSH. Na ausência de NDP - MSH, o efeito inibitório do composto também foi estatisticamente significativo para as três concentrações testadas.

BioBlanc comportou-se como um potente clareador tanto no tratamento de melanomas como no tratamento de manchas como melasmas. BioBlanc é efetivo mesmo em baixas concentrações.

Atividade Antimicrobiana:

O estudo da atividade antimicrobiana foi realizado em bactérias e em prejudicial aos moldes de saúde como agentes infecciosos ou toxicogénicos,mas também como agentes de adulteração .O estudo da atividade bactericida e esporicida foi baseado nas normas AFNOR em relação com os anticépticos e desinfectantes.

Resultados: BioBlanc apresentou propriedades bactericidas sobre as bactérias não esporuladas ( L. innocua , S. aureus , S. enteritidis , E. coli , M. luteus , P. fluorescens ). Depois de um contato 24 horas, as concentrações bactericidas mínimas são contidos entre 0,5 e 1 % para o ativo. O ativo apresentou apenas um efeito anti-germinativo sobre os esporos de B. cereus. A atividade esporicida em C. perfringens continua a ser provado, mesmo que os resultados preliminares sejam animadores. Este estudo permitiu apresentar as propriedades antimicrobianas do ativo.


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Fonte: Biodivertsité

Referências: Kiritsakis A. Olive oil- Second Edition, From the tree to the table. Food and Nutrition. Press, Inc., Trumbull, Connecticut, USA.1998:006611. Visioli F, Poli A, Galli C. Antioxidant and other biological activities of phenols from olives and olive oil. Med Res Rev. 2002; 22: 65– 75. doi:10.1002/med.1028 Soler-Rivas C, Espin JC, Wichers HJ. Oleuropein and related compounds. J Sci Food Agric. 2000; 80: 1013–1023. doi:10.1002/(SICI)1097-0010(20000515)80:7<1013::AIDJSFA571> 3.0.CO;2-C Ryan D, Robards K, Prenzler P, Jardine D, Herlt T, Antolovich M. Liquid chromatography with electrospray ionisation mass spectrometric detection of phenolic compounds from Olea europaea. J Chromatogr A. 1999; 855: 529–537. doi:10.1016/S0021- 9673(99)00719-0 Campeol E, Flamini G, Chericoni S, Catalano S, Cremonini R. Volatile compounds from three cultivars of Olea europaea from Italy. J Agric Food Chem. 2001; 49: 5409–5411. doi:10.1021/jf010455n

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