Pinetonina


Pinetonina®

Pinetonina® é um fitocomplexo derivado de óleos essenciais indicado para promover o bem-estar e diminuir sintomas do estresse, agitação, ansiedade e insônia. Desenvolvido por um processo altamente tecnológico, cada óleo essencial foi cuidadosamente escolhido por suas propriedades terapêuticas e formulados em um blend especial para aplicação por via nasal.

Dessa forma, acessa regiões do SNC, modulando as atividades de neurotransmissores excitatórios, promovendo relaxamento, equilíbrio emocional e aliviando sintomas do estresse e insônia. Por se tratar de substâncias naturais, e por estarem adicionados em uma formulação exclusiva que garante sua correta absorção, sua aplicação nasal é totalmente segura e eficaz.

Entre os compostos bioativos presentes na Pinetonina®, destacam-se o linalol e o anetol, compostos presentes em óleos essenciais de plantas aromáticas, como por exemplo a lavanda. Suas principais atividades terapêuticas e ansiolíticas estão relacionadas com interações com o SNC, promovendo relaxamento.

Concentração e Dose

A Pinetonina® pode ser manipulada nas concentrações 30% e 50%, em soro fisiológico.

Spray nasal: pulverizar 1 jato em cada narina, de 1 a 2x ao dia. É importante que a embalagem seja específica para spray nasal, para que a vasão possa atingir adequadamente o bulbo olfativo.

Aplicações

  • Melhora do estado de humor e bem estar;

  • Distúrbios de ansiedade;

  • Distúrbios do sono;

  • Diminuição dos sintomas de estresse;

  • Diminuição de níveis de cortisol.

Vantagens

  • Promove relaxamento do corpo e da mente;

  • Melhora qualidade do sono, sem causar sonolência diurna ou sedação;

  • Origem 100% natural;

  • Não possui efeitos colaterais;

  • Não possui toxicidade.

Mecanismo de ação

Vários processos fisiológicos, incluindo sono, aprendizagem, memória e sensação de dor, são controlados por neurotransmissores inibitórios e excitatórios que interagem com canais iônicos, que constituem a base molecular desses processos.

Glutamato

A síntese do glutamato acontece através de duas vias distintas, e é liberado por exocitose das vesículas contendo o transmissor através de um processo dependente de Cálcio (Ca2+). O glutamato é removido da fenda sináptica por transportadores de recaptação do glutamato, e esses transportadores são dependentes de Sódio (Na+). Os receptores de glutamato são divididos nos subgrupos ionotrópicos e metabotrópicos.

Os receptores ionotrópicos de glutamato medeiam as respostas sinápticas excitatórias rápidas. Esses receptores são canais seletivos de cátions constituídos por múltiplas subunidades que, ao serem ativadas, permitem o fluxo de íons NA+, K+ e Ca2+ através das membranas plasmáticas. Existem três subtipos de canais de íons regulados pelo glutamato, classificados de acordo com a sua ativação pelos agonistas seletivos AMPA, cainato e NMDA.

O fitocomplexo Pinetonina® consegue, através da mucosa nasal, atingir regiões do SNC, capazes de modular os níveis de Ca2+ intracelular, que consequentemente causa uma redução dos níveis de glutamato. Sendo este o principal neurotransmissor excitatório do sistema nervoso central, são provados benefícios no controle dos estados de insônia, estresse e ansiedade.

Estudos de Eficácia

Estudos de Pinetonina®

Avaliação da concentração de cálcio e glutamato (in vitro)

As medidas da concentração de cálcio citosólico [(Ca+2)i] foram realizadas pelo método de espectrofluorometria usando o método Fura 2-AM.

A resposta funcional das células foi avaliada pela alteração de [(Ca+2)i] em resposta ao tratamento com DHPG (Dihidroxifenilglicina) como controle, linalol, anetol e Pinetonina® nas seguintes concentrações: 1%, 2,5% e 5% em comparação com níveis basais.

Gráficos: Níveis de cálcio intracelular e resíduo de glutamato nos sobrenadantes das culturas de astrócitos. (1) Culturas tratadas com o agonista de receptor glutamatérgico, DHPG. (2) Culturas tratadas com Pinetonina®. (*) P < 0,05; (***) P < 0,01 - significativo em relação ao controle, ANOVA, Tukey; (#) P < 0,05 – significativo em relação ao tratamento com linalol. Ensaios realizados em triplicata. GraphPad Prism V.5.0.

Os resultados apresentados nos gráficos mostram a ação agonista do DHPG aumentando, de modo linear, a concentração de cálcio intracelular. Ao observarmos os níveis de glutamato liberados no meio de cultura de astrócitos vemos o aumento, também de modo linear, deste aminoácido excitatório.

Ao observarmos os astrócitos tratados com Pinetonina® (2), podemos perceber que os níveis de cálcio intracelular são reduzidos a partir da concentração de 2,5%. Por fim, os gráficos 3 indicam que o tratamento prévio com Pinetonina® consegue alterar o metabolismo do cálcio intracelular quando os astrócitos são expostos a estes compostos.

Além disso, a relação entre o balanço intracelular de cálcio e a liberação de glutamato no meio de cultura das células tratadas, indica que a interferência na homeostase deste cátion é mais pronunciada pela Pinetonina® quando comparada às células controle e às células tratadas com linalol e anetol apenas, demonstrando clara superioridade da ação do blend, graças à sinergia entre os componentes.

Avaliação do cortisol salivar

Foram avaliados 30 voluntários, com idades entre 18 e 35 anos, do sexo masculino, todos estudantes universitários, divididos em três grupos: controle (sem aplicação), salina e Pinetonina®, ambos com aplicação intranasal de 3 puffs em cada narina, duas vezes ao dia.

As coletas de saliva foram efetuadas pelos próprios voluntários, considerando-se esta como etapa zero, e após completar 15 dias de uso de Pinetonina®. Os grupos avaliados foram divididos em grupo controle (sem aplicação), grupo salina e grupo Pinetonina®, ambos com aplicação intranasal e 3 puffs em cada narina, duas vezes ao dia.

O gráfico 4 mostra redução significativa (p < 0,05) nos níveis de cortisol salivar no grupo que recebeu Pinetonina®. Os grupos tratados com salina, no mesmo esquema, não apresentaram redução significativa.

Gráfico 4: Variação do nível de cortisol salivar entre os grupos de voluntários que receberam Pinetonina®, salina e sem tratamento. O grupo tratado com Pinetonina® obteve média menor (%) quando comparado ao grupo controle (sem tratamento) e quando comparado ao grupo tratado com salina. (*) P < 0,05 - significativo em relação ao controle, ANOVA, Tukey. Ensaios realizados em triplicata. GraphPad Prism V.5.0.

Avaliação do eletroencefalograma

Para obtenção de ondas registradas no eletroencefalograma, foram avaliados 30 voluntários, com idades entre 18 e 35 anos, do sexo masculino, todos estudantes universitários, divididos em três grupos: controle (sem aplicação), salina e Pinetonina®, ambos com aplicação intranasal de 3 puffs em cada narina, duas vezes ao dia.

A avaliação do eletroencefalograma dos voluntários que receberam Pinetonina® e salina, além daqueles que não receberam nenhum tipo de produto, mostrou que o uso da Pinetonina® influenciou no padrão de ondas alfa () e ondas beta (). Voluntários tratados com Pinetonina® tiveram aumento significativo (p < 0,05) na frequência (Hz) das ondas alfa, que são ondas relacionadas ao relaxamento (gráfico 5A).

No gráfico 5B, observamos que os voluntários que receberam Pinetonina® apresentaram redução na frequência das ondas beta, ondas estas relacionadas ao alerta, que apesar de importantes para o funcionamento cognitivo eficaz durante todo o dia, podem traduzir-se em estresse, ansiedade e inquietação.

Gráficos: Padrão de frequência das ondas cerebrais alfa e beta. (A) Aumento significativo na frequência de ondas alfa do grupo que recebeu Pinetonina® quando comparado aos grupos salina e controle (sem aplicação intranasal). (B) Redução na frequência de ondas beta do grupo Pinetonina® quando comparado aos grupos salina e controle. (*) p < 0,05 - significativo em relação ao controle, ANOVA, Tukey.

Ensaios realizados em triplicata. GraphPad Prism V.5.0.

Após a realização dos testes in vitro e in vivo, podemos concluir que a Pinetonina® foi capaz de reduzir a concentração de cálcio e, por consequência, diminuir a liberação de glutamato (neurotransmissor excitatório) para o sobrenadante das culturas de astrócitos, sugerindo atividade moduladora entre os sistemas excitatórios e inibitórios do SNC.

A dosagem de cortisol salivar dos voluntários que fizeram aplicação intranasal de Pinetonina® nos permite concluir que os níveis deste hormônio, que se encontram elevados em situações de estresse, tiveram seu valor reduzido.

Associado à redução do cortisol salivar, observou-se aumento no padrão de ondas alfa no SNC, indicando que a Pinetonina® pode promover relaxamento, ao mesmo tempo que reduz as ondas beta, responsáveis pelo estado de alerta. Com base nos resultados dos testes, podemos sugerir que o composto não é citotóxico.

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Fonte: Infinity Pharma. Referências: Referências Bibliográficas 1.Amaral, F. Técnicas de Aplicação de Óleos Essenciais – 1ª Ed.

Samarão, F.R.L.B.A. Novos sistemas terapêuticos para administração nasal de fármacos. Universidade Fernando Pessoa, Porto, 2015.

Forman S.A. et al. Farmacologia da neurotransmissão GABAérgia e glutamatérgica. Princípios de Farmacologia do Sistema Nervoso Central.

Afshar M.K. et al. Lavender fragrance essential oil and the quality of sleep in postpartum women. Iranian Red. Crescent Med. J., 2015.

WonJong, Kim; Myung-Haeng, Hur. Inhalation effects of aroma essential oil on quality of sleep for shift nurses after night work. J Korean Acad. Nurs., 2016.Amaral F. et al. Pinetonina: avaliação da secreção de melatonina e cortisol e avaliação da atividade moduladora sobre o padrão de ondas cerebrais do eletroencefalograma. Instituto de Osmologia e Óleos Essenciais, 2017. 7 - S. Tatiana. Precisamos falar sobre estresse. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/negocios/precisamos-falar-sobre-estresse/Gnatta, J.R. et al. O uso da aromaterapia no alívio da ansiedade. Acta Paul Enferm, 2011

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